Cardiograma

Palpite e Diagnóstico. SAC: marinaandradedelima@gmail.com

quinta-feira, 27 de julho de 2006

 

Alegria de ser rubro-negra


Alguém mais se arrepiou com a torcida cantando o hino antes de começar a partida?

quinta-feira, 20 de julho de 2006

 

Em CD.


A Som Livre vai lançar em CD os três primeiros trabalhos de Chico Buaque. Vai demorar, mas eu fiquei satisfeita.

quarta-feira, 19 de julho de 2006

 

Confissão, história e susto..



Confissão: quando eu era uma garotinha, comecei a escrever uma novela. Esse sonho de dramaturga - que já abandonei há tempos. Recordo-me especialmente de que caprichava nos diálogos de Raul Cortez. Sim, eu tinha escalado o Raul Cortez para o elenco da minha novela.

História: extremamente vetada, claro. Contada por amigos artistas em rodinhas regadas a chope. Mas eram peripércias do de Raul e amigos globais, coisa de tempos muito idos, e ele afirmava que a careca, reluzente desde jovem, era o grande tchan, a causadora do sucesso dele. E não falo sucesso artístico.

Susto: estava jantando em um restaurante perto de casa, por volta de 19h, quando a doutora, prestando atenção na atuação de Lázaro Ramos, comentou: "grande ator! excelente ator!". Eu concordei, afirmando essa ser um ótima safra de atores, que os medalhões como Tony Ramos, Antonio Fagundes, Raul Cortez, Tarcisio Meira podiam descansar em paz, pois seriam muito bem representados. Cheguei em casa no horário do início do Jornal Nacional. No meio: "Morre em São Paulo o ator Raul Cortez". Doutora só me olhou.

Eu fiquei alguém mais triste. E não poderei nunca mais exibir minha novela; perdeu o sentido sem ele.

segunda-feira, 17 de julho de 2006

 

A propósito - Trilha das oito.

Eu adoro ouvir as novelas do Manoel Carlos. Outro dia cantarolei daqui Eu te amo, do Chico Buarque, apresentada em instrumental nalguma cena que não vi, mas ouvi atentamente. A arbertura também. Fico de cá fundamental é mesmo o amor, é impossível ser feliz sozinho...
Tudo instrumental; próximo capítulo ouço no banho. E libero a Nara Leão que há em mim.

 

Lenha na fogueira das oito.

Só se fala no depoimento que uma senhora de 68 anos concedeu para ser apresentado ao final da novela de Manoel Carlos, que foi ao ar sábado. Numa linguagem mais popular, em contradição com as imagens e diálogos do Leblon, a idosa contou que só aos 45 anos descobriu o que era ter um orgasmo. Só que como não exister "orgasmar", ela falou "gozar". Repetiu diversas vezes a palavra. Disse que, uma noite, ao som de Côncavo e Convexo, sucesso de Roberto e Erasmo Carlos, ela acordou com as pernas levantadas e "toda babada".
Há quem especule que ela, na verdade, sofre de incontinência urinária. Outros dizem que, nos seus tempos, suas avós apenas costuravam pra fora. O alegado é que famílias inteiras assistiam a esse capítulo e houve uma sensação geral de constragimento. Eu não assisti. Mas tem no YouTube. Tem nO Globo. Tem em todo lugar.
A Globo mandou um recado nada amistoso para o Jayme Monjardim selecionar melhor os depoimentos. Manoel Carlos veio a público se desculpar e disse que isso não se repetirá. Falso moralismo ou certo exagero? Eu quero é ver o circo pegar fogo. E que essa senhora repita sempre o procedimento, se assim é feliz.

terça-feira, 11 de julho de 2006

 

Birds do it, bees do it. Even educated fleas do it. Let's do it, let's fall in love.



segunda-feira, 10 de julho de 2006

 

Boa ação.

Hoje me senti o Silvio Santos, fazendo aviãozinho de dinheiro e distribuindo para sortudos. Perdi 50 reais no Plaza Shopping, em Niterói. Ele fica em frente às barcas, no Centro. Abre às 10h.
Se achar, não precisa devolver, não. Mas faça bom proveito. Eu teria feito. Por exemplo: você pode pegar um bom quarto com garagem e hidromassagem durante 6 horas por 40 reais. Ainda sobra 10 reais pro ônibus de ida e de volta, seu e da vítima.
Só não venha no meu SAC perguntar onde eu perdi, faça-me o favor...

terça-feira, 4 de julho de 2006

 

Considerações finais.

Enquanto Ronaldinho Gaúcho e Adriano se esbaldam pelas noites espanholas; Cafú acha que ainda vai jogar mais alguma copa; Roberto Carlos sai de fininho; Ronaldo acha graça de sei lá o quê; Parreira divulga o livro "Como formar equipes vencedoras"; Zagallo descobre que Thierry Henry tem 12 letras mas tira a gente da copa; especialistas analisam e senteciam; enquanto tudo isso acontece, só digo uma coisa - que observei depois de algumas boas cervejas: Ronaldinho Gaúcho é atacante no Barcelona. Na seleção brasileira, o responsável pela armação das jogadas.
É claro que ele é craque, que é o melhor do mundo, mas ele pode ir mal, correto? Pois o erro do Parreira, na minha embriagada opinião, foi não contar com isso e, logo, não escalar um reserva para o Gaúcho, caso ele não rendesse o esperado. Um cidadão responsável por organizar as jogadas ofensivas. Tipo um, assim, por exemplo, let me see, hmmm... um Zinedine Zidane.

segunda-feira, 3 de julho de 2006

 

Te catar, Parreira.

Robinho faltando pouquíssimos minutos? Francamente.

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