Palpite e Diagnóstico. SAC: marinaandradedelima@gmail.com
sábado, 25 de agosto de 2007
Corre pra lá...
Escrito por Marina Andrade 12:37
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Cicarelli e as bebidas.
Depois de ver seu sobrenome virar sinônimo de Skol big neck, a garrafa de boca larga, Cicarelli estreita os laços com o álcool: alguns bares já fizeram a alteração do nome do cocktail Sex on the beach.
Escrito por Marina Andrade 12:28
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Lá no Centro...
"Carioca de Irajá, Walter Firmo, 69 anos, pegou pela primeira vez numa máquina fotográfica aos 8, a pedido do pai, que queria que ele o fotografasse com a mãe, durante um passeio em Recife, e avisou: “Não se esqueça de registrar as jangadas ao fundo e não corte as cabeças e os pés."
Retirado do sítio da Associação Brasileira de Imprensa.
A pequena exposição segue até o dia 6 de setembro. São umas 15 fotografias de um dos maiores ícones do fotojornalismo nacional. A entrada, além de franca, é muito válida.
Escrito por Marina Andrade 01:07
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Fla-Sampa - Doação de Sangue Vermelho e Preto
Quem imaginaria uma torcida unida por um ideal tão nobre? Rubro-negros paulistas ou apenas radicados em São Paulo que integram a torcida Fla-Sampa se juntaram para uma atitude - não só louvável pelo caráter inédito, mas também pelo inevitável exemplo a ser seguido por todas as torcidas: doar sangue.
Parabéns à Fla-Sampa!
Escrito por Marina Andrade 04:53
terça-feira, 7 de agosto de 2007
Diga-me o que bebes e te direi quem és.
A fim de conhecer melhor os respeitáveis leitores, e considerando maioria esmagadora os apreciadores de cerveja, resolvi criar a primeira enquete da história do Cardiograma exatamente sobre este assunto. O que eu pergunto não é o que você costuma beber, mas sim a sua cerveja predileta. Aos também respeitáveis leitores que não bebem: prometo posteriormente realizar um enquete perguntando qual o seu sabor predileto de suco.
Escrito por Marina Andrade 02:52
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
Saudades do Los Hermanos?
Na companhia dessa opinativa caricatura de Baptistão, a pergunta que não quer calar: tá fazendo tanta falta assim? Muito drama foi feito após o anúncio de recesso da banda, mas os caras têm uma carreira já tão consolidada, têm cada vez mais músicas gravadas por variados artistas, tocam tanto nas rádios, que não há a possibilidade de sentir saudade. Eles continuam aí, para quem quiser ouvir. E pelo jeito vão continuar.
Escrito por Marina Andrade 01:01
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
É, acabou o Pan...
Não tem mais engarrafamento no sentido Centro e no sentido Zona Norte perto do Maracanã e do Engenhão. Não se ouve mais sirene de batidas policiais acompanhando delegações e parando o trânsito, por natureza já caótico. Aquela pista exclusiva na Linha Amarela pela qual você só transitou por ínfimos 3 segundos e levou uma multa, é..., também não tem mais.
Também não tem mais o RioCard que aquele voluntário dissidente camarada te emprestou para todos tivessem direito ao livre acesso nos transportes públicos. E você também já não lamenta mais aquele ingresso comprado antecipadamente para a decisão do Futebol Masculino e no fim das contas assistir à Jamaica x Equador, exigindo que o técnico jamaicano colocasse logo em campo o Bob Marley, antes que fosse tarde demais.
No mais, Cauê cumpriu seu papel e finalmente tem seu merecido descanso, afinal essa vida de mascote não deve ter sido fácil: ser alvo de pichações e de ironias sobre a sua orientação sexual e estar sempre sorrindo, até quando descansa.
É, acabou o Pan...
Escrito por Marina Andrade 00:37
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Scoop - O grande furo.
Até os mais ferrenhos críticos têm sua sagrada hora de trégua. Declaro aberta aqui a temporada de paz entre mim e Woody Allen.
Desde antes do insosso Melinda & Melinda, passei a desprezar o diretor. Depois, ignorei solenemente Match Point e o mesmo fiz quando Scoop entrou em cartaz.
Com a desistência de Paris, eu te amo, recorri à locadora aqui quase na esquina e resolvi colocar um fim ao boicote. Peguei Scoop sem esperar grandes alegrias.
Vi o mesmo Woody Allen de sempre. As mesmas tiradas egocêntricas, mas um roteiro sem aquela pretensa genialidade, que na maioria das vezes apenas consegue ser chata. Vi também um humor mais ranzinza, o que é positivo, e mais refinado.
Um deboche adorável.
A atuação do diretor é irrepreensível. Assim como a da cantora pop-mística. Quem não viu, pode alugar sem susto: chega a ser ótimo.