
"A Marta faz parte daqueles casos de genialidade. Todas as meninas são boas, têm méritos, mas a Marta é diferente. É craque, é gênio. Não é jogador ou jogadora. Se Pelé fosse mulher, seria Pelé. Se Van Gogh fosse mulher, seria Van Gogh. Marta se fosse homem, seria Marta, e seria tão incrível quanto."
- Caio Bellandi, rubro-negro.
Escrito por Marina Andrade 02:13
Temendo que, hoje ainda, eu seja convocado para prestar depoimento em alguma delegacia, prefiro dizer que não vi "Tropa de Elite". Poderia (...) revelar que assisti ao filme numa das muitas sessões que vêm sendo promovidas nos aparelhos de vídeo de academias de ginástica. Mas seria mais difícil convencer os leitores de que freqüento academias de ginástica. (...) Mas não. Aderindo à luta antipirataria, afirmo: ainda não vi "Tropa de Elipe".- Artur Xexéo
Olha, Xexéo, eu também não vi. Mas discordo de você quando afirma ser o melhor filme do ano, que agrada gregos e troianos. Mas já que eu não estive na galática e global (de Rede Globo) abertura do Festival do Rio 2007, ontem no Odeon BR, para assistir à primeira e única exibição oficial do longa, também não vi o filme. Em uma próxima oportunidade exponho os argumentos que me fizeram não cotar tão bem assim o filme. Quero dizer, isso eu faria se tivesse assistido ao filme.
Escrito por Marina Andrade 06:17
Existem máximas inabaláveis.
Escrito por Marina Andrade 05:51

Agora devidamente emoldurado, meu Ziraldo vai para parede no lugar ou de Salvador Dalí ou de Pablo Picasso, ainda não há certeza quanto ao artista preterido.
O cartunista não é só um fenômeno de pigmentação de pele e mero criador do Menino Maluquinho. É, em suma, importante figura na história do jornalismo brasileiro - que o diga o velho tablóide O Pasquim.
Tampouco é exclusivamente dedicado à temática infantil, fato que foi comprovado por mim durante sua exposição no último Salão Carioca de Humor, na ocasião de 75 anos de existência de um dos traços mais conhecidos do Brasil.
Desde então, ter um Ziraldo deixou de significar um mero luxo para ganhar ares de grande satisfação.
E na hora de pegar o quadro, entregue em mãos:
- Está de carro ou está vindo de táxi?
- Não, estou no ônibus mesmo.
Escrito por Marina Andrade 05:20

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(Existem coisas que só o Cardiograma faz para você)
Escrito por Marina Andrade 04:59
Foram colocadas na roda dez opções de cerveja entre artesanais e larga escala, e foi possível observar alguns dados que os números revelam:
1ª) a Ambev confirma seu favoritismo e emplaca duas de suas cervejas no lugar mais alto do pódio - Brahma e Bohemia empatam com 25% dos votos, revelando uma predileção do leitor por cervejas ditas mais sérias.
2ª) as deliciosas estrangeiras Heineken e Erdinger também empatam e dividem o segundo lugar com mais duas da Ambev, a badalada Antarctica Original e a leve Skol. Neste setor, a contradição é evidente: três cervejas que não estão tanto na prateleira quanto a, por assim dizer, festiva Skol racham a preferência dos leitores. E, o mais gritante, quatro 10% revelam que este espaço é muito mais democrático do que se pensa. Golaço do Cardio.
3ª) a artesanal Eisenbahn angariou 1 voto, empatando com a ambeviana Antarctica, do finado Bussunda e da garçonete Juliana Paes. Outro ponto interessante: a Eisenbahn, tão ou mais desconhecida que alguns jogadores do Dunga, fez frente a um nome já rodado, e isto só comprova que a melhor publicidade continua sendo apurar e entender. 5% dos votos para cada uma.
4ª) assustador índice este que iguala Itaipava e Devassa sem nenhum voto. O que leva a crer que todo mundo bebe, mas ninguém prefere.
Considerações finais: obrigada a todos meus 20 leitores bebuns que se dispuseram a participar desta enquete, aturando aquele pop-up incoveniente e ajudando a autora a traçar o segunte perfil de vocês:
Sobretudo, bêbados.
Escrito por Marina Andrade 04:16

O novo álbum da cantora Maria Rita,
Samba meu, foi lançado recentemente na livraria Saraiva do shopping Rio Sul. Produzido por Leandro Sapucahy, que a julgar pelo próprio repertório do cantor não quer dizer nada, o disco soa inicialmente corajoso. Valoriza uma tal de cuíca, e até então aí tem seu mérito. Traz composições de gente que já foi mais do meio, mas que ainda goza de algum prestígio pela obra e pelo nome, como o imperiano Arlindo Cruz.
Em uma das faixas, Maria Rita pede licença aos verdadeiros bambas "para passar", já que declarou em entrevistas que o disco é um projeto e que, portanto, passa longe das suas pretensões torne-se sambista. Licença concedida pela humildade, o julgamento da audição é individual.
Diferente do lançamento de álbum Segundo, produzido por Lenine, desta feita jornalistas e críticos musicais não ganharam o mimo iPod com as faixas do álbum.
Escrito por Marina Andrade 03:58
Escrito por Marina Andrade 05:23

Claro que a já era tão jacaré no prelo quanto o milésimo gol do Romário, mas não há como ser indiferente ao falecimento do tenor. Fica o desejo de que suas cordas vocais descansem em paz.
Escrito por Marina Andrade 05:25